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21/09/2017
mediação digital

Durante os dois dias do I Workshop sobre Uso dos Meios Digitais de Tratamento de Conflitos, realizado pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Soluções de Conflitos  (Nupemec) do Tribunal de Justiça do Maranhão, estão sendo apresentados os trabalhos sobre Mediação Digital realizados pelos alunos do 9º ano da Escola Crescimento. O evento acontece hoje e amanhã (22), no Convento das Mercês, e reúne cerca de 150 pessoas.

 

Após participar de uma palestra com o juiz Alexandre Abreu, realizada na escola, os estudantes fizeram cartazes com o tema Mediação Digital. O convite para participar do evento foi feito pelo juiz, coordenador do Numepec, que esteve na escola para apresentar uma palestra aos alunos sobre o tema e depois avaliou os cartazes produzidos, em sala de aula, pelos alunos, com o uso de iPads, internet e aplicativos.

 

A gerente de Tecnologia Educacional da Escola Crescimento, Patrícia Fonseca, explicou que o professor Valente Neto propôs uma atividade de produção e compartilhamento sobre o tema da palestra. “Os alunos possuem uma aula de tecnologia no currículo e já trabalham com estes meios digitais. Foi feita uma atividade colaborativa para eles, que foram colaborando um com o outro e depois produziram cartazes sobre o tema”, explicou a gerente.

Todo o processo de produção dos cartazes, desde a palestra com o juiz, está sendo apresentado no evento por meio de um vídeo, que foi exibido na abertura, além de veiculado no Salão de Exposição das Práticas de Mediação Digital, onde estão sendo apresentadas as experiências de várias plataformas.

 

Para o juiz Alexandre Abreu, a experiência com os alunos foi muito vantajosa para perceber que desde o início, da formação do cidadão, é possível ter a percepção de que eles têm a capacidade de serem sujeitos ativos de sua própria solução de problemas.  “Os estudantes do Crescimento passam a reconhecer esse potencial, a disseminar, a partir de seus diálogos cotidianos, a cultura da conciliação. Encontramos na escola um terreno fértil onde cada um dos alunos, que teve a oportunidade de ter contato com a tecnologia, se sentiu confortável a divulgar o tema, não apenas por meio da produção artística, mas também através do debate e do diálogo”, avaliou o juiz.